Titulo: O Jardim dos Esquecidos (Original Flowers in the Attic)
Autor: V.C Adrews
Até onde alguém é capaz de ir por uma herança?
Essa foi o questionamento que mais martelou minha cabeça enquanto eu lia esse livro. Ele é o primeiro da saga familia Dollaganger. Foi o tipo de livro que me fez parar e respirar por uns dois dias antes de começar a ler outro.
Imagine uma família perfeita: todos belos em aparência, pais extremamente apaixonados, filhos talentosíssimos, situação financeira estável. Essa era a família Dollaganger, formada por Christopher (o pai) Corrine (a mãe) Chris (o filho mais velho) Cathy (a segunda filha, a qual conta toda a historia em primeira pessoa) Carrie e Cory (os dois mais novos, gêmeos) eles eram tão bonitos que na vizinhança eram conhecidos por Dresden Dolls (bonecos de porcelana fabricados na Alemanha) até que o patriarca sofreu um acidente de carro e morreu. A matriarca que dependia financeiramente do marido se vê cheia de dividas e sem saber o que fazer,as crianças, principalmente as mais velhas (Cathy e Chris) ficam sem saber qual vai ser o seu futuro, até que a mãe de uma hora para outra lhes arrasta do lar onde cresceram (que estava em vias de ser tomada belo banco) para outro estado, onde segundo ela uma mansão, parentes ricos (o qual as crianças nunca tinham ouvido falar) e uma enorme herança as aguardavam, mas o que as crianças só vieram a descobrir ao chegarem na mansão é que o motivo de não conhecerem aqueles parentes é que a mãe havia sido deserdada por ter se casado com o pai das crianças, e que o seu avô sequer sabia da existência delas, então elas teriam que ficar naquele quarto por uns dias apenas, só até que a mãe reconquistasse o amor do velho e doente avô.
Mas o que era apenas dias viraram mais, e a partir de então vemos o desenrolar da historia. Enquanto eu lia eu me sentia claustrofóbica junto com as crianças, era como se eu mesma só pudesse sentir a luz do sol através de uma janela. E a cada adiamento da liberdade só me fazia sentir a raiva e ressentimento que Cathy sentia.
E como se isso não fosse o suficiente as crianças tinham que conviver com uma avó extremamente cruel (um pequeno spoiler: A velha drogou Cathy e jogou piche nos cabelos da menina enquanto ela dormia), mas não importa o quanto você odeie a velha (e acredite, você vai odiá-la) eu lhe garanto que até o fim do livro você odiará a mãe das crianças ainda mais.
Esse é um livro que vai exigir um pouco de estomago. Por vezes você vai lê-lo, joga-lo pro lado de raiva, mas dez segundos depois vai voltar a devorar as paginas.
Autor: V.C Adrews
Até onde alguém é capaz de ir por uma herança?
Essa foi o questionamento que mais martelou minha cabeça enquanto eu lia esse livro. Ele é o primeiro da saga familia Dollaganger. Foi o tipo de livro que me fez parar e respirar por uns dois dias antes de começar a ler outro.
Imagine uma família perfeita: todos belos em aparência, pais extremamente apaixonados, filhos talentosíssimos, situação financeira estável. Essa era a família Dollaganger, formada por Christopher (o pai) Corrine (a mãe) Chris (o filho mais velho) Cathy (a segunda filha, a qual conta toda a historia em primeira pessoa) Carrie e Cory (os dois mais novos, gêmeos) eles eram tão bonitos que na vizinhança eram conhecidos por Dresden Dolls (bonecos de porcelana fabricados na Alemanha) até que o patriarca sofreu um acidente de carro e morreu. A matriarca que dependia financeiramente do marido se vê cheia de dividas e sem saber o que fazer,as crianças, principalmente as mais velhas (Cathy e Chris) ficam sem saber qual vai ser o seu futuro, até que a mãe de uma hora para outra lhes arrasta do lar onde cresceram (que estava em vias de ser tomada belo banco) para outro estado, onde segundo ela uma mansão, parentes ricos (o qual as crianças nunca tinham ouvido falar) e uma enorme herança as aguardavam, mas o que as crianças só vieram a descobrir ao chegarem na mansão é que o motivo de não conhecerem aqueles parentes é que a mãe havia sido deserdada por ter se casado com o pai das crianças, e que o seu avô sequer sabia da existência delas, então elas teriam que ficar naquele quarto por uns dias apenas, só até que a mãe reconquistasse o amor do velho e doente avô.
Mas o que era apenas dias viraram mais, e a partir de então vemos o desenrolar da historia. Enquanto eu lia eu me sentia claustrofóbica junto com as crianças, era como se eu mesma só pudesse sentir a luz do sol através de uma janela. E a cada adiamento da liberdade só me fazia sentir a raiva e ressentimento que Cathy sentia.
E como se isso não fosse o suficiente as crianças tinham que conviver com uma avó extremamente cruel (um pequeno spoiler: A velha drogou Cathy e jogou piche nos cabelos da menina enquanto ela dormia), mas não importa o quanto você odeie a velha (e acredite, você vai odiá-la) eu lhe garanto que até o fim do livro você odiará a mãe das crianças ainda mais.
Esse é um livro que vai exigir um pouco de estomago. Por vezes você vai lê-lo, joga-lo pro lado de raiva, mas dez segundos depois vai voltar a devorar as paginas.

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