Titulo: Battle Royale (original )
Autor: Koushun Takami
Sinopse: "Em um país totalitário, o governo cria um programa anual em que uma turma do ensino fundamental é escolhido para participar de um jogo. Os estudantes são levados para uma área isolada, onde recebem um kit de sobrevivência com uma arma para se proteger e matar os concorrentes. Uma coleira rastreadora é presa no pescoço de cada um deles. O jogo só termina quando apenas um estudante restar vivo. Ao final do Programa, o vencedor é anunciado nos telejornais para todo o país. As regras do jogo foram criadas de maneira que não haja uma forma de escapar. E a justificativa da matança é mostrar para a população como o ser humano pode ser cruel e como não podemos confiar em ninguém - nem mesmo no nosso melhor amigo de escola."
A primeira vez que ouvi falar sobre esse livro foi na febre dos jogos vorazes. Em meio a mil e um elogios sobre a saga, em um ou outro comentário eu lia "é uma imitação de Battle Royale", e fui procurar saber um pouco sobre esse livro, e lendo a sinopse eu vi muita semelhança. Prometi a mim mesma que leria Battle Royale para ver se a semelhança continuava na historia, mas entrou ano, saiu ano, fui adiando até encontrar esse livro numa livraria nova da cidade, então levei como um sinal que eu deveria ler.
Enquanto abria primeira pagina esperava encontrar uma versão de jogos vorazes mais antiga e menos tecnológica, mas quanto mais eu afundava no livro mais essa ideia saia da minha cabeça. Para começar a historia se passa em uma realidade quase idêntica a nossa, o que torna Battle Royale mais tangível e por isso mais assustadora. Adorei isso.
Segundo que o Programa se passa de forma quase sigilosa, as únicas pessoas que sabem que está acontecendo são os professores e os familiares das crianças, e o resto do publico só sabe que aconteceu quando o resultado é informado no final em rede nacional.
Battle Royale tem uma narrativa toda em terceira pessoa, e o foco muda de um aluno para o outro em cada capitulo, fazendo com que cada aluno seja acompanhado em pelo menos um capitulo, e o autor usa esse recurso de um jeito tão fodastico que faz com que você conheça, torça, se apegue e fique triste pela morte daquele determinado aluno em um curto espaço de tempo, e consegue isso novamente no próximo capitulo.
Quanto ao final, aconteceu o que eu imaginava, mas não como eu imaginava, o que me surpreendeu bastante, fora que o final alem te deixar querendo mais, consegue também concluir de um jeito que você se sinta satisfeito com aquele final.
Autor: Koushun Takami
Sinopse: "Em um país totalitário, o governo cria um programa anual em que uma turma do ensino fundamental é escolhido para participar de um jogo. Os estudantes são levados para uma área isolada, onde recebem um kit de sobrevivência com uma arma para se proteger e matar os concorrentes. Uma coleira rastreadora é presa no pescoço de cada um deles. O jogo só termina quando apenas um estudante restar vivo. Ao final do Programa, o vencedor é anunciado nos telejornais para todo o país. As regras do jogo foram criadas de maneira que não haja uma forma de escapar. E a justificativa da matança é mostrar para a população como o ser humano pode ser cruel e como não podemos confiar em ninguém - nem mesmo no nosso melhor amigo de escola."
A primeira vez que ouvi falar sobre esse livro foi na febre dos jogos vorazes. Em meio a mil e um elogios sobre a saga, em um ou outro comentário eu lia "é uma imitação de Battle Royale", e fui procurar saber um pouco sobre esse livro, e lendo a sinopse eu vi muita semelhança. Prometi a mim mesma que leria Battle Royale para ver se a semelhança continuava na historia, mas entrou ano, saiu ano, fui adiando até encontrar esse livro numa livraria nova da cidade, então levei como um sinal que eu deveria ler.
Enquanto abria primeira pagina esperava encontrar uma versão de jogos vorazes mais antiga e menos tecnológica, mas quanto mais eu afundava no livro mais essa ideia saia da minha cabeça. Para começar a historia se passa em uma realidade quase idêntica a nossa, o que torna Battle Royale mais tangível e por isso mais assustadora. Adorei isso.
Segundo que o Programa se passa de forma quase sigilosa, as únicas pessoas que sabem que está acontecendo são os professores e os familiares das crianças, e o resto do publico só sabe que aconteceu quando o resultado é informado no final em rede nacional.
Battle Royale tem uma narrativa toda em terceira pessoa, e o foco muda de um aluno para o outro em cada capitulo, fazendo com que cada aluno seja acompanhado em pelo menos um capitulo, e o autor usa esse recurso de um jeito tão fodastico que faz com que você conheça, torça, se apegue e fique triste pela morte daquele determinado aluno em um curto espaço de tempo, e consegue isso novamente no próximo capitulo.
Quanto ao final, aconteceu o que eu imaginava, mas não como eu imaginava, o que me surpreendeu bastante, fora que o final alem te deixar querendo mais, consegue também concluir de um jeito que você se sinta satisfeito com aquele final.

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